“A Prooptica atua de olhos postos no futuro”

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Numa altura em que a Prooptica comemora 28 anos de existência Luís Justino, administrador da empresa, desvenda em entrevista os segredos do sucesso, as dificuldades vividas e as oportunidades que a pandemia de Covid-19 trouxeram. Para o futuro, o administrador imagina uma empresa fascinada pela internacionalização e pelo desenvolvimento sustentado, com o mesmo objetivo de sempre: garantir a satisfação plena de todos os parceiros.

Celebram este ano 28 anos de existência. Ao fim de 28 anos, que balanço faz da empresa e como a analisa atualmente?

A Prooptica é uma empresa muito sólida e sustentável no mercado ótico Ibérico, que se reinventa a cada dia e se adapta rapidamente às mudanças de contexto, sempre com a mesma preocupação, enaltecer o potencial dos clientes. É uma empresa que coloca as pessoas no topo das suas prioridades, que inova rápido, criando produtos, serviços, processos e modelos de negócio que originam oportunidades de crescimento para os seus parceiros de negócio. É fiel aos seus princípios, e mantém a sua reputação ao longo dos anos de atividade. É uma empresa com inteligência emocional, criatividade, capacidade de adaptação, resiliência, que sabe lidar com as adversidades sem tentar encontrar culpados. Que aceita, confia é grata e leal.

Além disso celebram também 20 anos de moda e design português. Que significado têm estas datas para a empresa?

Há 20 anos que apostamos em marcas e personalidades relevantes para divulgação da cultura e da moda portuguesa no mundo. É um pilar importante da internacionalização da Prooptica e um elemento de diferenciação fundamental na nossa estratégia. 20 anos de moda e design português, representam uma longa caminhada com muitas aprendizagens, mudanças, adaptações, erros e sucessos que espelham a perseverança e o senso de observação da Prooptica. Uma caminhada feita com humildade e respeito pelo compromisso com os nossos parceiros e, sobretudo, mantendo elevados níveis de confiança nas relações que estabelecemos.

Com a pandemia de Covid-19, deixaram coisas por fazer?

Com a pandemia fizemos mais, muito mais. Não deixamos nada por fazer. Preservamos a saúde dos nossos colaboradores e clientes. Colocamos as pessoas no topo das nossas prioridades, acima do volume de negócios ou da rentabilidade. Lideramos mais e melhor com o lema de orientar em vez de mandar, apoiar em vez de fiscalizar, incentivar em vez de ameaçar, controlar resultados em vez de tarefas. Aceleramos muitos anos na digitalização do nosso negócio, no teletrabalho, nas reuniões remotas, na difusão em múltiplas plataformas digitais, no e-commerce e nos serviços associados. Investimos muito para criar plataformas digitais que conectem as nossas operações com os nossos clientes, num ambiente de gestão integrada, sustentada em tecnologia digital avançada e na experiência de uma equipa de profissionais vincada pela dedicação, competência e união. Percebemos para onde devíamos ir e não demoramos uma eternidade a adaptarmo-nos. Analisamos rápido, decidimos rápido e agimos rápido. Criamos produtos e ampliamos o nosso portfólio para garantir que continuamos a apoiar os nossos clientes na manutenção e desenvolvimento do seu negócio em situações disruptivas como a que vivemos. Comunicamos mais e melhor e preocupamo-nos em organizar informação e consolidar ideias para ajudar os nossos clientes e o setor a ultrapassar o contexto em que vivemos. Um contexto volátil, incerto, complexo e ambíguo.

O que vos falta fazer?

Ajudar com mais afinco a criar uma sociedade civil vibrante, exigente e construtora do país que almejamos ser.

Entrevista completa na ÓpticaPro 217.

3 Setembro 2021
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