“Desejo voltar a ser entrevistado pela ÓpticaPro daqui a 15 anos”

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Carlos Matos foi um dos primeiros entrevistados da revista ÓpticaPro. Na edição da nossa estreia afirmou que a sua aposta era ir ao encontro das necessidades dos óticos, através da intervenção em várias áreas. Uma máxima que manteve ao longo dos últimos anos, em todas as empresas por onde passou.

Quando falámos em 2005 era diretor geral da Ciba Vision – Novartis. Entretanto, em 2014, era já o diretor geral ibérico da Sauflon e agora, desde 2016, está à frente dos destinos da Essilor em África, responsável por três países: Nigéria, Angola e Gana. O que destaca do seu percurso nestes últimos 15 anos?

Foram 15 anos de grandes desafios profissionais que me mantiveram ligado à área da saúde em diferentes latitudes geográficas, na Europa e em África, onde procurei criar valor em todas as relações com todos os diferentes stakeholders de mercado e contribuindo fundamentalmente para a melhoria da qualidade de vida da população.

Na sua opinião, quais foram as principais transformações ocorridas no setor da ótica ao longo destes anos?

A análise é feita em duas dimensões. Ao nível do retalho, o setor da ótica tem tentado acompanhar o ritmo de evolução e inovação que ocorre no mundo diariamente. E a informação está disponível apenas à distância de um clique, o que significa que temos um mercado de consumidores exigente e informado.

E no mercado das lentes, em específico?

Ao nível da indústria oftálmica, estamos perante um setor que se vai posicionando de forma acelerada para uma maior consolidação e concentração, de modo a conseguirem ganhos de eficiência e de rentabilidade.

Entrevista completa na ÓpticaPro 200.

30 Janeiro 2020
Entrevistas

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