APOR debateu futuro da saúde visual no seu 20º congresso

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Orgulhosos do passado, confiantes no futuro. Para a direção da APOR, a profissão de ortoptista é cada vez mais reconhecida em Portugal, não só no setor público, mas também no privado. A complementaridade entre ortóptica e oftalmologia é continuamente evidenciada, tanto no dia-a-dia profissional, como em eventos científicos, como ficou comprovado no XX Congresso Nacional de Ortoptistas.

Comecemos pelo fim: com um número recorde de inscrições, o XX Congresso Nacional de Ortoptistas foi um sucesso, nas palavras da sua presidente, Aldina Reis. “O programa científico agradou aos participantes, tendo abrangido vários temas que se prendem diretamente com as áreas de intervenção dos ortoptistas, quer a nível dos cuidados primários, secundários e terciários da saúde da visão, tendo incluído trabalhos que focaram todas estas áreas. Foram abordados os rastreios visuais, métodos de diagnóstico e de tratamento de alterações específicas da motilidade ocular e da visão binocular, inovação em contactologia, vários métodos de avaliação funcional e estrutural com ligação prática a diferentes patologias oculares, olho seco, reabilitação em sub-visão e investigação científica”, referiu num primeiro balanço. 

Salientando ainda a presença de uma convidada muito especial, Fiona Rowe, da Universidade de Liverpool, uma referência no panorama da ortóptica internacional, a líder da APOR estava confiante de quea intervenção no Serviço Nacional de Saúde (SNS) dos profissionais que representa será reforçada a curto prazo, com a entrada de mais ortoptistas nos centros de saúde, conforme previsto na Estratégia Nacional para a Saúde da Visão, a implementar até 2020.

Leia toda a reportagem na próxima edição.

10 Abril 2019
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Silmo Paris
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