“As pessoas são o mais importante!”

Imagem da notícia: “As pessoas são o mais importante!”

É o que nos diz Nuno Diogo, mentor da Fábrica dos Óculos. Ao celebrar 20 anos de negócio, o responsável revela que a diferença da concorrência está no “know-how; na inovação; e, o mais importante, nas pessoas que fazem parte deste projeto”. 

O que vos diferencia da concorrência? 

A resposta é inovação e recursos humanos: as pessoas são o mais importante! Depois há um investimento em duas máquinas industriais, no valor de um milhão de euros cada, e uma oficina com 12 técnicos especializados. Aqui todos têm funções diferentes, para que na entrega dos trabalhos a margem de erro seja zero! E, não menos importante, temos sempre um stock controlado diário de três mil lentes, desde as lentes neutras até às 20 dioptrias. Só com um investimento tão avultado e com o nosso conhecimento sobre ótica ocular o nosso trabalho poderia ser reconhecido pelo consumidor final tal como é. 

São a marca preferida dos famosos, nas vossas redes sociais partilham diariamente a visita de caras bem conhecidas da televisão, da música, do teatro. Qual o segredo para essa preferência? 

Quem conhece, confia e partilha. As redes sociais são fortíssimas na sociedade atual. E cada cliente, sejam famosos ou não, passa a fazer parte da família Fábrica de Óculos do Chiado e do Cacém. 

Como serão os próximos 20 anos? 

Essa pergunta é deveras difícil de responder… vou citar Fernando Pessoa: “O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.” Daqui a 20 anos? Saúde e paz, porque o resto… nós corremos atrás! 

Entrevista completa disponível na ÓpticaPro 247.

29 Janeiro 2024
Entrevistas

Notícias relacionadas

Opticalia ABC da Óptica, uma visão com propósito  

Num setor historicamente dividido entre a lógica clínica e a pressão comercial, há quem esteja a traçar um caminho diferente. A Opticalia ABC da Óptica nasceu da escolha consciente de não ir onde havia mais mercado, mas onde havia mais necessidade.

Ler mais 17 Junho 2026
Entrevistas