O melhor e o pior das três décadas MultiOpticas

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Dias antes da celebração dos 30 anos da MultiOpticas, o CEO Rui Borges, em entrevista à ÓpticaPro, fez um balanço de três décadas que mudaram o cenário do mercado ótico em Portugal e que consolidaram a empresa como líder de vendas.

ÓpticaPro: Consegue identificar os melhores e piores momentos destas três décadas?

Rui Borges: É difícil, mas sou defensor de que independentemente das responsabilidades e competências que tenhamos, devemos sentir-nos bem com aquilo que fazemos, senão sentimo-nos mercenários. Obviamente gosto do que faço e tenho a noção que temos momentos mais felizes que difíceis. Destaco a primeira vez em que ganhamos o prémio de marca de confiança, criando uma diferença muito grande para a concorrência. Os prémios valem o que valem, mas são o reflexo do que os consumidores pensam de nós. Lançar a marca Solaris em Portugal, incorporar a marca GrandOptical que faz parte do grupo GrandVision, mantendo uma identidade de posicionamento que nem sempre é fácil porque são completamente diferentes. Felizmente tivemos muito bons momentos.

Do lado negativo, o momento mais difícil foi a publicação de uma notícia, maleficamente, em 2011, que a MultiOpticas fazia fraudes com crianças, uma fake news como agora se diz. Mais tarde o jornal pediu-nos desculpas, desmontamos a veracidade dos fatos, mas o dano já estava causado. Foi um momento difícil pela mentira, mas cavalgámos sobre isso.

Conheça a entrevista de capa completa na edição de junho da ÓpticaPro.

13 Junho 2018
Entrevistas

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