Um brinde à longevidade do amor

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Hoje, segundo o estudo “Alcoolismo: pesquisa clínica e experimental”, beber com moderação e em quantidade iguais, para os noruegueses, é a chave para uma felicidade duradoira com a sua cara-metade e o segredo para a longevidade da sua relação.

Será que, em doses mais moderadas, a dupla Agostinho e Agostinha é que estava certa? Não se esqueça é dia de S. Valentim e um estudo norueguês afirma que os casais que bebem álcool, em quantidades iguais, têm tendência para ficarem juntos durante mais tempo. Ao contrário daqueles em que a esposa bebe mais e cuja taxa de divórcio é maior.

Os números apontam para uma taxa de divórcios de 5,8 por cento para casais que bebem pouco mas em quantidades iguais. Quando a mulher bebe mais que o homem, a taxa sobe até aos 26,8 por cento. No sentido inverso, quando o homem bebe mais, a taxa desce até aos 13,1 por cento.

Será, ainda, a sociedade demasiado machista nos dados que apresenta? A justificação para estes dados são apresentadas por Fartein Ask Torvik, pesquisador do estudo do Instituto de Saúde Pública da Noruega, que revela que as mulheres são mais afetadas pelo álcool, quando comparadas com os homens e o facto de beberem em maior quantidade torna-se incompatível com a sua condição feminina.

A amostra restringe-se a casais noruegueses, 19.977 para ser mais preciso, e segundo o estudo quando o casal bebe ingere grandes quantidades os números dos divórcios sobrem para os 17,2 por cento. Segundo a equipa responsável pelo estudo “Alcoolismo: pesquisa clínica e experimental”, conhecer os hábitos e as preferências do seu parceiro, antes do casamento, poderá indicar o sucesso ou não do mesmo.

Não precisam de ser como o “Agostinho” e a “Agostinha”, que eram alcoólicos, mas desfrute de um bom copo na companhia da sua cara-metade, afinal, hoje é o dia dos namorados.

14 Fevereiro 2013
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