
Os ópticos portugueses dirigem-se, há vários anos, a outros países para participarem nos certames ligados ao sector. E porquê não acontecer o contrário? A ÓpticaPro foi em busca de respostas. As opiniões obtidas divergem, embora se cruzem num ponto. As feiras são fundamentais para o reconhecimento do universo 'eyewear'.

Com a luta pelo reconhecimento da optometria em marcha, a ÓpticaPro quis saber a opinião dos optometristas portugueses relativamente à criação de uma eventual ordem profissional da especialidade. O critério apresentado incidiu na formação académica dos candidatos e os pareceres obtidos inclinaram-se sobre os licenciados.

As opiniões de alguns ópticos permitem compreender quais os serviços e produtos mais requisitados no sector em Portugal. A ÓpticaPro escutou os intervenientes e destaca que, mais do que um espaço comercial ou de moda, a óptica está intimamente ligada à saúde.

À chegada do quinto aniversário, a revista ÓpticaPro reuniu algumas opiniões acerca das tendências ‘eyewear’ nos últimos tempos. “Os óculos que se usavam há cinco anos coincidem com as preferências de hoje?” foi a questão com que abordámos os profissionais do sector. De certa forma distintas, as respostas obtidas revelam uma única conclusão. A moda é um ciclo, inventa-se e reinventa-se, “espreitando” sempre o passado.

A ÓpticaPro questionou alguns profissionais do sector sobre a avaliação que fazem aos produtos fabricados em território português. Os vários pareceres são unânimes quando dizem que o ‘made in' Portugal revela grande qualidade, mas fica aquém dos produtos internacionais no que respeita ao ‘design' de óculos, muito mais apelativo nos outros países. Os entrevistados afirmam, por isso, que é hora de acordar para esta realidade, inovar e investir no nosso mercado, já que "consumir português é uma questão de atitude".

Nos últimos anos, Portugal assistiu a um crescimento abrupto de centros comerciais. Os grupos económicos portugueses investem na criação de verdadeiros pólos de consumo, prescindindo dos centros históricos das cidades. A ÓpticaPro ouviu alguns profissionais do sector óptico, no sentido de perscrutar as vantagens/desvantagens deste novo formato de negócio e de que modo poderá afectar o comércio de rua.

A vitrina de uma loja funciona como um palco onde se constrói um cenário e no qual as mercadorias desempenham o papel de actor principal. A execução de uma montra exige criatividade e bom senso, de modo a criar um ambiente que estimule a venda do produto. A ÓpticaPro apurou que alguns profissionais portugueses já estão sensibilizados para esta nova forma de comunicar.


